HOME SERVIÇOS SUPORTE ANÁLISE & TENDÊNCIAS GLOSSÁRIO CONTATO
   
..::Custo por Centro de Atividades

Os recursos produtivos são definidos como elemento econômico utilizado no desempenho de atividades. Trata-se, portanto, da capacidade fornecida para a realização das atividades de uma empresa. Aqui os recursos produtivos são agrupados em 4 categorias:

Pessoal – Recursos empregados na realização das diversas atividades da empresa. O custo desses recursos é composto de: salários, encargos sociais (INSS e FGTS), treinamento, benefícios (assistência médica, alimentação, creche, vale-transporte, previdência complementar, etc.) e gratificações.
   
 
Parceiros – São os serviços realizados por terceiros (serviços terceirizados). Os mais comuns são os serviços de limpeza, vigilância, manutenção e conservação da infra-estrutura e transportes. Porém, hoje, a terceirização avança também na direção dos chamados processos empresariais ( business process outsourcing ). A terceirização de processos de negócios acontece quando uma organização repassa o gerenciamento e otimização de uma atividade ou uma unidade funcional para uma empresa especializada.

Meios – São os recursos relacionados com a infra-estrutura da empresa. São os meios necessários para a realização do trabalho e funcionamento da empresa. Podemos incluir neste grupo os imóveis, móveis, tecnologia da informação, máquinas e equipamentos.
 
 
Em termos de custos, são os gastos com o espaço utilizado, processamento de dados, comunicação (de dados e voz) e microinformática, mais as amortizações e depreciações.

Outros – São os gastos com os recursos não enquadrados nas categorias acima.

Focalizando agora a estrutura organizacional da empresa, os custos desses recursos produtivos são rastreados e atribuídos a cada um de seus centros de atividades de apoio administrativo, apoio operacional e canais de relacionamento e/ou verticais de negócio.
 
..::Atribuição de Custos aos Objetos

Em conformidade com as modernas técnicas de custeio (medição de custos), a atribuição de custos aos objetos de custo é feita por meio dos processos de rastreamento e alocação.

i) Rastreamento. Refere-se ao processo de atribuição de custo para uma atividade ou a um objeto de custo utilizando-se uma medida observável do consumo de recursos produtivos por essa atividade ou por esse objeto de custo. Quando os recursos oferecem essa condição, temos então uma atribuição direta.

ii) Alocação. É o processo de atribuição de custo aos objetos de custo quando não existe uma medida direta. Neste caso, os custos são atribuídos aos objetos de custos por meio dos drivers de atividade. Trata-se, portanto, de uma atribuição indireta.
 
 
A técnica de custeio empregada pelo CYGLAS considera que cada item dos recursos produtivos da empresa é causado por atividades, e cada objeto de custo deve arcar com uma parcela do custo dos recursos na proporção das atividades demandadas por ele. O processo de atribuição de custos aos objetos compõe-se de duas etapas básicas, que exibiremos em seguida.

i) 1ª Etapa. Focaliza as macroatividades (MAs) dos centros de atividades, bem como a demanda dessas MAs exercida por canais, produtos e/ou serviços, segmentos ou outras verticais de negócio. As atividades não relacionadas diretamente com esses objetos são definidas como atividades de sustentação geral. Assim, a atribuição de custos aos objetos desta 1ª etapa (canais, produtos e/ou serviços, segmentos e atividades de sustentação geral) é composta de:
i) rastreamento das MAs dos centros de atividades , natureza e quantidade de recursos consumidos na sua realização e a demanda dessas atividades exercida pelos objetos desta etapa;
ii) mensuração dos custos de cada MA;
iii) definição de parâmetros para a atribuição de custos; e
iv) aplicação desses parâmetros sobre o custo efetivo do centro de atividades e atribuição dos custos aos objetos.

ii) 2ª Etapa. Trata da atribuição dos custos apurados na 1ª etapa aos objetos de custo desta 2ª etapa (os vários serviços prestados aos clientes). E aqui, a exemplo da 1ª etapa do processo de custeio, os custos podem ser rastreados (atribuição direta) ou alocados (atribuição indireta). Na atribuição direta, os custos são rastreados (em termos de consumo unitário de recursos) e atribuídos a cada um dos objetos de custo. Entretanto, o custo pode ser lançado também como uma carga total para o objeto – caso seja um recurso de uso exclusivo. Já no caso da atribuição indireta (alocação), ela se difere da atribuição direta pelo fato de não se observar aqui uma medida direta do consumo de recursos produtivos pelos objetos. Neste caso, a atribuição de custos aos objetos é feita utilizando-se os drivers de atividade.
 
..::Parâmetros

O processo de atribuição de custos aos objetos deve ser totalmente parametrizado. Esta iniciativa deverá ocorrer no estágio do rastreamento e atribuição de custos aos objetos da 1ª etapa do processo de custeio (canais, produtos e/ou serviços, segmentos, etc.) e, também, no estágio da atribuição dos custos rastreados na etapa anterior aos objetos de custo da 2ª etapa da atribuição de custos (transações ou módulos de serviços). O CYGLAS trabalha com duas categorias de parâmetros:
 
 

i) Drivers de Recurso. Um driver de recurso deve ser entendido como uma medida da quantidade de recursos consumidos por uma atividade. Eles são obtidos mediante a realização das seguintes tarefas:
a) rastrear as macroatividades (MAs) dos centros de atividades;
b) natureza e quantidade de recursos consumidos e a demanda dessas atividades pelos objetos desta etapa;
c) mensurar os custos dos recursos produtivos (específicos) consumidos pelos objetos;
d) calcular a participação percentual de cada objeto no custo específico total;
e) aplicação desses percentuais sobre o custo efetivo do centro de atividades e atribuição do custo efetivo aos objetos.

 
ii) Drivers de Atividade. Os drivers de atividade são utilizados para atribuir os custos rastreados na 1ª etapa do processo de custeio aos objetos de custo da 2ª etapa. Eles são obtidos mediante pesquisa e traduzem a carga de recursos produtivos usados na realização de atividades demandadas pelos objetos de custo desta 2ª etapa. Realizada a pesquisa de atividades, tem-se o peso de cada objeto de custo, que representa a ponderação entre dedicação e qualificação dos recursos produtivos consumidos.
 
 
..::Capacidade Utilizada

O índice de utilização de capacidade (IUC) é dado pela relação entre produção efetiva (ou capacidade utilizada) e capacidade prática (capacidade fornecida). O seu papel é facultar a decisão de atribuir ou não aos objetos de custo da 2ª etapa os custos relativos à reserva de capacidade (capacidade prática não-utilizada). Um IUC = 100% indica que não há reserva de capacidade a ser retida. Portanto, a totalidade dos custos deve ser atribuída aos objetos na etapa seguinte.
 
 
..::Memória de Cálculo de Custo dos Objetos

A memória de cálculo de custo dos objetos é um dos elementos centrais do CYGLAS Smart Solution. Ela exibe a origem do custo, isto é, o custo (global) atribuído diretamente aos objetos da 1ª etapa do processo de atribuição de custos (canais, produtos e/ou serviços, segmentos e atividades de sustentação geral) e mostra toda a estrutura de dados e os critérios de cálculo aplicados para se chegar ao custo de cada um dos objetos de custo da 2ª etapa da atribuição de custos (por canal de distribuição / atendimento). O sistema gera, concomitantemente, o custo unitário e total do objeto de custo selecionado e, com os dados gerados na memória de cálculo, monta os relatórios contendo os custos unitários e totais de todos os objetos de custo cadastrados.
 
Copyright © 2005 - Todos os direitos reservados - São Paulo - Melhor visualizado em 800x600.