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Alocação – É o processo de atribuição de custo a uma atividade ou a um objeto de custo quando não existe uma medida direta dos recursos produtivos consumidos.

Análise Custo/Valor de Atividades – Prática que focaliza as atividades realizadas para avaliar o potencial e a contribuição dos recursos produtivos contratados. Portanto, visa estabelecer uma ligação entre os recursos consumidos e o valor gerado. Essa prática, ao avaliar o consumo de recursos produtivos e o valor gerado, ajuda a manter o foco em segmentos e clientes lucrativos.

Análise Dinâmica de Custos – Alicerce da gestão de custos baseada na atividade, ela compreende a passagem de um foco puramente financeiro, isto é, de uma abordagem de custos por itens de recursos ou por departamentos funcionais para uma abordagem gerencial de custos, tendo como foco as atividades geradoras dos gastos e a avaliação da relação custo/valor dessas atividades. Esta prática visa a concretização dos objetivos da organização com o menor uso de recursos produtivos ou localizar custos relevantes e avaliar a sua contribuição para a geração de valor para clientes específicos ou para o negócio.

   
 

Aplicativo – No contexto do sistema de custeio, a função do aplicativo é receber e processar os dados financeiros e operacionais, definidos na modelagem do sistema.

Atividades – Entende-se por atividade o trabalho realizado em uma organização ou o conjunto de ações realizadas em uma empresa para fins de custeio dos objetos e gestão de custos.

Capacidade Prática – Refere-se à capacidade teórica de produção dos recursos produtivos fornecidos menos as paralisações (normais).

Capacidade Utilizada – Refere-se à capacidade utilizada dos recursos produtivos fornecidos comparativamente à capacidade prática.

Centros de Custos versus Centros de Atividades – Centros de custos e centros de atividades devem ser entendidos como qualquer unidade operacional ou de negócios para as quais se deseje uma medição de custos. A diferença entre os dois conceitos é apenas de foco: enquanto o primeiro focaliza os gastos em si, o segundo focaliza as atividades, sendo o gasto determinado pelas atividades realizadas.

Controle de riscos do negócio – São as atividades relacionadas com a avaliação, mensuração e controles de vulnerabilidades da empresa envolvendo o ambiente, ativos, tecnologias, processos, pessoas, etc. São medidas de proteção que visam minimizar perdas e danos ao negócio.

Custeio Baseado na Atividade – É uma metodologia que mede o custo e o desempenho de atividades, recursos e objetos de custo, atribuindo recursos às atividades e as atividades aos objetos de custo com base em seu consumo.

Custos Comuns – Indica a predominância de custos comuns em relação aos objetos de custo. Em contrapartida, a parcela dos custos que oferece condições naturais de seu registro por objetos de custo específicos (um produto, um serviço, ou um cliente específico) é, em geral, muito pequena.

Custos Financeiros – São os custos decorrentes da captação de recursos no mercado. Exemplos: a) custo dos depósitos a prazo (CDB), que é igual ao rendimento bruto auferido pelos compradores desses títulos; b) custo de depósitos interfinanceiros (CDI), também idêntico ao anterior, diferindo-se apenas no fato de o CDI ser diretamente negociado exclusivamente entre as instituições financeiras; e c) custo do capital de giro próprio, que são os recursos integralizados pelo(s) acionista(s), não imobilizados.

Custos Operacionais – São os custos dos recursos produtivos utilizados no desempenho das atividades da empresa. Os principais exemplos de custos operacionais são: a) custo de pessoal, composto por salários, gratificações, encargos sociais (INSS, FGTS), treinamento, benefícios (assistência médica, seguro de vida, alimentação, creche, vale-transporte), etc; e b) outros custos operacionais, como aluguel, processamento de dados, comunicação (correios, transmissão de dados, telefone, etc.), formulários, limpeza, segurança, transportes, viagens, etc.

Custos unitários – Os custos unitários são usualmente obtidos dividindo-se o custo total da produção pela quantidade de unidades produzidas. Observa-se, no entanto, que este raciocínio só é válido para a empresa que produz um único produto ou serviço, o que constitui exceção e não a regra, já que o comum na maioria das firmas é uma linha de produtos ou serviços diversificada. Dessa maneira, é necessário que o custo total seja segregado e apropriado a cada objeto de custo para então calcular o custo unitário.

Estudos e Definição de Cenários – A intenção do estudo de cenários é ter uma melhor compreensão da posição competitiva da empresa, e para isso deve ser feito um exame mais específico dos ambientes externo e interno para proporcionar o conhecimento e uma melhor compreensão das condições e dos fatores externos e internos favoráveis e adversos aos objetivos da organização. Isto é, procurar conhecer e compreender quais são seus pontos fortes e fracos e saber como maximizar as vantagens e minimizar as desvantagens.

Gerador ( Driver ) de Receita – O aumento de receitas é impulsionado pela capacidade das empresas em identificar mercados e conquistar e reter clientes. Neste sentido, um dos principais focos das empresas hoje é entender os fatores geradores da demanda do cliente e compreendê-los em termos estratégicos, para criar e aumentar receitas. Entre os fatores geradores da demanda, destacam-se: adequação de preços e mix de produtos e serviços, otimização do desenho de novos produtos e valoração de parcerias e compromisso como bases para o estabelecimento de relações duradouras e produtivas com seus parceiros de negócios e clientes.

Gerador ( Driver ) de Atividade – Medida da freqüência e da intensidade das demandas colocadas sobre as atividades pelos objetos de custo . Assim, um gerador de atividade é utilizado para atribuir custos de atividades a objetos de custo.

Gerador de Duração – Representa o tempo necessário para a realização das atividades demandadas por cada um dos objetos de custo. Deve ser aplicado onde os objetos consomem quantidades diferentes de recursos por unidade produzida. Porém, todos os objetos de custo são produzidos utilizando, de forma proporcional, toda a estrutura de cargos da equipe (e os meios fornecidos) do centro de atividades.

Gerador de Intensidade – Representa a ponderação entre duração e qualificação dos recursos fornecidos. Ou seja, ele reflete não apenas o tempo necessário para a execução de uma determinada atividade, mas também as diferentes qualificações dos recursos utilizados na sua realização. Portanto, deve ser aplicado onde os objetos consomem quantidades diferentes de recursos por unidade produzida e esses objetos são produzidos mediante a utilização de recursos de diferentes qualificações (não proporcionais).

Gerador ( Driver ) de Recurso – Medida da quantidade de recursos consumida por uma atividade. Um exemplo de gerador de recurso é a percentagem da área total ocupada por uma atividade. Este fator é usado para alocar uma parcela do custo de operação das instalações para a atividade em questão.

Gerador de Transação – Refere-se à quantidade gerada de cada atividade ou objeto de custo e deve ser aplicado onde os objetos consomem a mesma quantidade de recursos por unidade produzida.

Gerenciamento dos Recursos Produtivos – Esta prática focaliza o gerenciamento das atividades como um caminho para reduzir custos e, ao mesmo tempo, reforçar o posicionamento estratégico da empresa. O objetivo é preparar a empresa para enfrentar os desafios impostos pelo novo cenário competitivo, evitar o acúmulo de ineficiência e melhorar o desempenho no uso de seus recursos produtivos

Gestão de Lucratividade Baseada no Cliente – Abordagem que focaliza o cliente como o elemento econômico básico, entendendo que o cliente é a melhor referência para a definição e implementação de ações propulsoras da lucratividade de qualquer negócio.

Gestão de Custos Baseada na Atividade – Abordagem de custo que envolve a análise integrada das três principais esferas da administração de custo. Ou seja, o custeio dos objetos de custo, o gerenciamento dos recursos produtivos e o orçamento de custos. Conjunto ordenado de ferramentas e técnicas de gestão tendo em vista propiciar cálculos mais acurados de custo dos objetos de custo; melhoria da eficiência e redução dos recursos necessários à execução das atividades; fornecer informações para a adequação de preços e de mix de produtos e serviços; e o suprimento de recursos às unidades organizacionais em função das atividades que elas devem realizar.

Inovações – As inovações emergem de uma gama de experiências e consistem no abandono organizado de produtos, serviços, processos de negócios e mercados que deixaram de ser uma alocação ótima de recursos. Dessa forma, a organização deve estar avaliando e revisando continuamente os seus processos internos e externos tendo em mente redirecionar e melhorar o uso dos recursos para aumentar o valor gerado para os clientes, parceiros, colaboradores e acionistas.

Inovações Sustentadoras – São atividades relacionadas com inovações do tipo: tecnológicas, de modelos de negócio, dos processos operacionais e das práticas gerenciais. Olhando o mercado, inovar na criação de serviços, canais de distribuição e atendimento de clientes.

Melhorias Contínuas – Prática gerencial para eliminar desperdícios e aumentar a eficiência do processo de produção usado na fabricação de produtos – ou na geração de serviços – e de atendimento a clientes. Essa prática visa, portanto, a melhoria da eficiência e redução dos recursos necessários à realização das atividades da empresa. Ou seja, a concretização dos objetivos da organização com o menor uso de recursos produtivos.

Modelagem – No contexto do sistema de custeio, a modelagem, ou atividade que trata da modelação do sistema, pode ser entendida como um conjunto ordenado de meios e técnicas ou métodos empregados tendo em vista as finalidades de custeio. Deve ser ressaltado que uma modelagem adequada do sistema de custeio é pré-requisito básico para o desenvolvimento de um sistema adequado às necessidades da empresa e de fácil implementação e manutenção.

Modelo de Projeção – Modelo usado para simular e estabelecer, para os vários níveis ou unidades de negócios da organização, objetivos de produção, margem operacional e custos compatíveis com a carteira atual de clientes e o potencial do mercado, envolvendo a avaliação de janelas de oportunidade e o conhecimento de limites de crescimento no âmbito de cada produto ou serviço.

Objetivo Final – Refere-se a qualquer objetivo final de produção, margem, custos e resultado projetados com base nos indicadores financeiros e não-financeiros determinantes desses objetivos.

Objetos de Custo – Unidade operacional ou de negócios para a qual se deseje uma medição de custos. Exemplos: produtos, serviços e clientes específicos.

Orçamento de Custos Baseado na Atividade – O orçamento de custos baseado na atividade procura refletir as demandas sobre atividades e processos de negócios decorrentes da fixação de objetivos comerciais, sendo o suprimento de recursos conseqüência dessa programação.

Orçamento Tradicional – Um orçamento é considerado tradicional quando não fornecer uma ligação clara entre a estratégia da organização e as atividades desempenhadas pelas equipes. Conseqüentemente, os gerentes das unidades organizacionais não sabem como incorporar a estratégia definida em seus orçamentos e atividades.

Plano Orçamentário – Plano que esboça a coordenação das atividades da empresa; os objetivos ou resultados esperados; e os meios necessários para atingir esses objetivos. A sua elaboração envolve, entre outras atividades, o exame das necessidades dos clientes conquistados e em potencial; os parceiros de negócios; e as oportunidades de exploração de novos mercados. Esse exame tem por finalidade a projeção ou estimativa de vendas no período e, a partir dessa projeção, a avaliação da demanda de atividades para calcular e fazer o suprimento de recursos produtivos às unidades organizacionais ou aos centros de atividades.

Preço – Representa o sacrifício econômico que o consumidor faz para adquirir um produto, um serviço ou um direito de uso e esse sacrifício é sempre comparado com o valor que o produto, o serviço ou o direito de uso representa para ele. Vale lembrar que cada uma dessas fontes de valor é composta de atributos tangíveis e intangíveis e que a percepção de valor do cliente é fortemente influenciada por este último grupo de atributos. Portanto, o preço deve refletir essa quantidade de valor que o cliente está recebendo.

Processo de Negócio – Grupo de atividades vinculadas que define a maneira como a empresa funciona e cuja finalidade é alcançar um objetivo específico.

Produção – Volume de bens e serviços produzidos por um indivíduo, empresa ou nação mediante a combinação de capital, trabalho e tecnologia. Desse modo, o escopo de um sistema de produção é a conversão de insumos em bens e serviços.

Produtividade – Resultado da divisão da produção obtida numa unidade de tempo (hora, dia, mês, etc.) por cada um (produtividade parcial) ou pelo conjunto (produtividade total) de fatores empregados.

Racionalidade Empresarial – Indica que a projeção e a definição de objetivos da organização devem estabelecer uma relação direta entre a demanda estimada de produtos e/ou serviços da empresa e a contratação de recursos produtivos.

Rastreamento – Refere-se ao processo de atribuição de custo para uma atividade ou a um objeto de custo utilizando-se uma medida observável do consumo de recurso por essa atividade ou por esse objeto de custo.

Recursos Fixos Comprometidos – Refere-se ao suprimento de recursos fornecido previamente. Ou seja, a empresa inicia o mês com praticamente a totalidade dos recursos (pessoal, serviços terceirizados e os meios necessários ao funcionamento da empresa) contratada.

Recursos Produtivos – Definidos como elemento econômico utilizado no desempenho das atividades de uma organização, os recursos produtivos podem ser agrupados em 4 categorias: pessoal ou recursos empregados na realização das diversas atividades da empresa; material ou insumos empregados na produção dos produtos ou na geração dos serviços; parceiros ou serviços realizados por terceiros; e meios ou recursos necessários para a realização do trabalho e funcionamento da empresa.

Rigidez dos Recursos – Refere-se à rigidez dos recursos em relação à variação da demanda de produtos e serviços ou em relação à variação da base de clientes. Isto quer dizer que se a empresa, por razões mercadológicas ou internas, resolver reduzir a produção, ela não conseguirá reduzir os custos nessa mesma proporção e, portanto, continuará arcando com o custo dessa capacidade ociosa dos recursos.

Segmentação de clientes – A segmentação de clientes normalmente é usada para definir estratégias competitivas específicas e alocar recursos produtivos compatíveis com cada estratégia. Neste sentido, ela é uma ferramenta importante para a empresa identificar melhor as necessidades dos clientes, atuais e em potencial, relativas a produtos e serviços.

Serviços de BPO ( Business Process Outsourcing ) – Os objetivos das empresas com a terceirização de processos de negócios estão relacionados com o aumento da flexibilidade e a eficiência dos processos de negócios, e racionalização de custos.

Sistema de Custeio – Um sistema de custeio é composto de dois elementos básicos – a modelagem e o aplicativo – e serve para receber e processar os dados financeiros e operacionais pertinentes e atribuir os custos às atividades. Na etapa seguinte, os custos das atividades são atribuídos aos objetos de custo.

SLA ( Service Level Agreement ) – É um compromisso celebrado entre as partes (contratante e parceiro de terceirização) tendo em vista construir bases para o estabelecimento de relações duradouras e produtivas com os clientes.

Spread Bruto – Resulta da taxa de juros do empréstimo menos o custo financeiro da captação do recurso ( funding ).

Stakeholders – São os grupos de interesses formados por acionistas, funcionários, fornecedores, parceiros de negócios, sociedade, etc. Trata-se, portanto, de pessoas ou empresas que de alguma maneira são afetadas pelas decisões de uma organização.

Tecnologia – Conjunto de conhecimentos aplicados por um empreendedor para atingir um determinado objetivo. Em geral, as inovações tecnológicas propiciam uma elevação nos índices de produção e um aumento da produtividade do trabalho.

Trabalho – Em geral, refere-se à atividade humana empregada na produção de produtos e serviços. Os produtos e serviços têm por finalidade atender as necessidades dos consumidores.

 
 
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